Professora Lidia

Monday, January 29, 2007

FÉRIAS:

É incrível, mas estou de férias, fazendo tudo o que planejei. Estou organizando minha casa, curtindo minha família, fazendo o meu tão sonhado jardim. Trabalhando muito na igreja na qual eu sou obreira. Mas só em pensar tudo o que eu sofri neste semestre por não entender nada. Ás vezes fazer três vezes o mesmo trabalho, pois eu não conseguia acha-lo. Agora que eu entendi tudo, visito todo mundo, escrevo mil comentários, estou com vontade que logo comece o semestre, porque agora vou saber fazer tudo direitinho. E na fase de desabafo, tristeza já passou, mas crítica, não sabe acho que vai demorar mais um pouquinho para eu evoluir. Gente, to morrendo de saudades.
Beijos. Lídia

Wednesday, January 17, 2007

RELATO FINAL:

Ao iniciar o curso junto com a inexperiência de informática, tinha dentro de mim muita mágoa, muita tristeza, muita opressão, mas com o decorrer do curso, ao ler os autores, fazer meus trabalhos, ao mesmo tempo em que desabafei tudo o que estava dentro de mim, refiz muitos conceitos. Pois estou aqui em condição de aluno, alguém que necessita de especialização. Sei que muitas coisas foram chocantes. Transparecendo eu uma pessoa dura e crítica demais. Mas o que é mais importante, mascarar a realidade, fazendo o que muitos fazem colocando apenas no papel o que é certo e na realidade fazendo tudo as avessas. Hoje depois de desabafei, sinto-me outra pessoa, mais compreensiva, mais ponderaste. Sei que melhorei muito, tanto profissionalmente, como pessoa. E que eu faço, o que eu escreva não é para inglês ver, nem para mostrar o que não existe. Escrevo o que eu vivo, escrevo o que eu vejo.
No que toca a informática, realmente na última semana é que eu entendi o sistema. Consegui fazer a wikistória, entrar no blog dos colegas, entrarem em seus trabalhos, inclusive postei muitos comentários.
VISITA AOS BLOGS

Visitei quatro blogs, um eu não consegui ler porque o fundo era cinza escuro e as letras eram pretas. Em outro blog num texto sobre desigualdades fiz uns comentários complementando com pesquisas sobre os mesmos. Em um comentei com a colega que foi discriminada pela atual direção, pois não a tinha apoiada na campanha eleitoral. E também fiz um comentário num trabalho sobre Marx e Engels.

Thursday, January 11, 2007


MINHA ESCOLA

A minha escola é muito organizada. É administrada por profissionais com grande experiência em direção. Tudo é muito certinho. Bem planejado.
Todo o ano leva os alunos ao zoológico, fizemos festa junina, festa de natal.
A maioria das professoras tem muitos anos de experiência no magistério, todas sabem bem dar suas aulas. A escola é bem limpinha. A maioria do pessoal trabalha a quase dez anos na escola. Todos gostam muito da maneira que a direção trabalha. Em resumo, todos são muitos felizes, e desejam que a escola permaneça assim por muitos anos. Sem mudanças. Em anos anteriores os alunos eram mais agressivos. Um dia uma professora chegou a levar um aluno para a delegacia. Mas tudo já passou o aluno agora estuda em outra escola. Neste ano os alunos com alguns problemas de agressividade estão participando de um projeto do SESC. Sentimos que diminuiu muito a agressividade deles.
A comunidade está também muito feliz por causa da escola aberta. Os pais antes um pouco arredios para vir à escola hoje estão bem felizes, uns dando cursos, outros fazendo cursos. Também tem aulas de reforço para os alunos com dificuldades de aprendizagens. E os alunos que participam deste reforço também tem o direito de participar das atividades de recreação, como futebol, dança, pinturas...
Se um dia você vier visitar a minha escola virá tudo bem limpinho, salas de aula bem organizadas, cada aluno na sua fileira certinho.
Ao fazer uma pesquisa constatei que o que os alunos mais gostam na escola é a merenda que é muito bem preparada e de brincar no recreio, pois tem muitos brinquedos inclusive uma mesa de ping-pong profissional. O que todos desejam é que a escola continue sempre a mesma e inclusive com a mesma diretora Jussara, que iniciou seu primeiro mandato a mais de dez anos.
E para completara felicidade geral da escola no ano que vem vai ter a tão sonhada 6ª série.
BLOG

Como em cada final de semestre construímos, resolvi refazer alguns trabalhos novos conceitos. Realmente notei que não tinha feito como eu deveria fazer. Gostaria que meus professores tivessem paciência e os lessem.
ECS11
UFRGS _ Faculdade de Educação – PEAD –Pólo Gravataí-
Interdicisplina: ECS
Profª: Lídia Cezimbra
Semana 12 ECS11
Grupo E

DESIGUALDADES EDUCATIVAS ESTRUTURAIS NO BRASIL;
ENTRE ESTADO, PRIVATIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO.

Ao ler o texto sobre as desigualdades sociais, no ensino público, ensino particular vem a concluir que todo o sistema educacional de um país vem apenas a reproduzir-se o que acontece na sociedade em geral.
Sistemas educativos de uma sociedade justa e igualitária, onde todos tenham o direito à educação gratuita até a universidade é um sistema educativo igualitário.
Sistemas educativos marcados por relações conflitantes, é a reprodução de uma sociedade conflitante.
Sistemas educacionais foram dominados tanto pela política como pelo clero. Também ao longo das décadas passaram pelos conflitos de sistemas políticos, concepções religiosas e humanistas, como a educação pública e particular e por lutas de classes sociais.
Os sistemas educativos também passaram por movimentos de lutas para a universalização do ensino.
Passou pela Lei de Diretrizes e Bases, onde o sistema de educação pública favoreceu toda a população.
Teve a educação popular liderada pelo Paulo Freire, lutando pela alfabetização em massa do povo brasileiro. Que foi interrompida brutalmente pelo regime militar.
No inicio dos anos 80 inicia-se novamente a democratização do ensino, com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em l996.
O ensino particular torna-se única opção para os filhos das elites. A rede pública padece pela falta de qualidade.
Ao decorrer das décadas o sistema educativo brasileiro progride, bastante, mas num plano quantitativo. Mais tarde o serviço educativo começa a ter quantidade e qualidade.
Mas as disparidades regionais são gritantes.
As redes públicas, municipais, estaduais são responsáveis pela educação. E a rede secundária se expande. Mas a luta para ser aprovado no vestibular para fazer uma universidade é um verdadeiro bloqueio ao estudante.
Voltamos a falar sobre as disparidades regionais, principalmente quanto aos salários e a qualidade do ensino.
Outra incoerência, imperdoável, incompreensível é que apenas alunos que freqüentaram o ensino particular desde a infância é que conseguem uma vaga na universidade pública. Para comprovar basta ver o estacionamento das universidades públicas que deveriam ter o alvo alunos de baixa renda, vemos carros caríssimos.
O consenso sobre o caráter eminentemente público da educação para alunos de baixa renda vem sendo aos poucos sanadas.
A desigualdade na educação proveniente na má qualidade do ensino público começa aos poucos a se reverter.
Podemos também ressaltar que na era da ditadura a educação era reduzida a um gerenciamento tecnicista.
O presidente Cardoso, privilegiou editoras privadas com a compra maciça de manuais, aumentantando ainda mais as desigualdades.
O aumento das disparidades na educação os problemas quanto aos impostos.
Outra dificuldade é quanta a incoerência as atitudes do Banco Mundial, incutindo no Brasil a idéia da privatização do ensino.

ALTERNATIVAS POSSÍVEIS

Plano acadêmico popular, discussões da lei, fórum de defesa da escola pública, fortalecer a escola pública.
Analisar o plano decenal.
Dar ênfase a produtividade e eficiência. Objetivo educativo é dar competências e habilidades a alunos e professores.
Dar ênfase a cursos à distância.
Discutir políticas públicas na formação do cidadão.
Poderes políticos não manifestam interesse de oferecer educação de nível.
Temos a prova mais contundente que é o livro didático, que o governo oferece.
Na verdade esses manuais em nada melhoram a qualidade do ensino, mas é claro que enriquecem a quem domina esse mercado.
Esse monopólio não tem considerações pedagógicas quanto às diferenças regionais. Só levam em conta interesses políticos, e contextuais do sistema educativo.
Reforça a frase” Cada mestrinho com o seu livrinho”, que não leva o aluno apensar, apenas a faze r exercícios repetitivos.É necessário sim fazer uma reforma na rede pública, de maneira a favorecer os menos favorecidos.

Wednesday, January 10, 2007

Semana 2
Atividade 3

A Educação como processo socializado: função homogeinezadora e função diferenciada

1)Qual a posição de Durkheim frente ao que diz Stuart Mill?
A educação depende do que fazemos por nós mesmos, o que os outros fazem por nós, efeitos indiretos, instituições, leis, formas, de governo, influências diversas, a ação da mesma geração. O desenvolvimento das faculdades mentais do homem não depende só da sua vontade.

2)Quais as duas definições ressaltadas por Durkheim?
Explique o ponto que incorrem?
A educação faz desenvolver no individuo a perfeição que ele é capaz. O seu desenvolvimento harmônico leva ao mais alto possível os poderes que estão em nós sem em nós sem que prejudique os outros.
Incorrem:
O desenvolvimento desejável não é integralmente realizável. A harmonia teórica entra em contradição com a conduta.
Não podemos nos dedicar a todos ao mesmo tempo da melhor maneira possível. Mas podemos trabalhar em harmonia.

3)O que é preciso, de acordo com Durkheim, para definir educação?
Fazer do indivíduo instrumento de felicidade. Como felicidade é subjetiva. Fica o fim da educação indeterminado. É de arbítrio pessoal. Vida, felicidade e equilíbrio entre o organismo e ambiente.

4)De acordo com Durkheim, que fatos levam cada sociedade a fazer do homem certo ideal, tanto do ponto de vista intelectual, quanto físico, quanto moral?
Depende da estrutura da sociedade, o que se espera que o homem venha realizar. O homem atleta, o homem intelectual...
A educação reflete e exprime o que se espera do homem.
Hoje por exemplo esforça-se para desenvolver no homem personalidade e autonomia.
A cada tempo a educação tem variado indefinidamente.
Todos os sistemas educativos tiveram seus erros. Mas devemos refletir para que não pratiquemos os mesmos erros.

5)Segundo o autor, que função o “ideal” a ser realizado tem que suscitar na criança?
Desenvolver similitudes essenciais reclamadas para a vida coletiva.
Dar condições essenciais para a existência.

6)A partir da definição “a educação é ação exercida pelas gerações adultas sobre as que ainda não se encontram preparadas para a vida social, tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança, certos números de estados físicos, intelectuais e morais, reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pelo meio social a que a criança, particularmente se destine”?
A formação do ser individual e ser social.

7)Como o autor explica que a sociedade e indivíduo são idéias dependentes?
A educação prepara o indivíduo para viver em sociedade, respeitar a moral, as autoridades, pensar nos outros.
É aproveitar o legado das outras gerações.
Tirar o homem da sociedade o reduziria a quase um animal.
CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI?
Todo o trabalho do professor deveria estar baseado em incertezas. As verdades que vivemos estão em constantes mutações.
Sempre correndo atrás do que realmente os alunos necessitariam aprender .
O que ele deve estar apto a fazer para ser uma pessoa capaz a vencer os problemas do seu tempo.
A luta para motivá-lo hoje é diferente a do ano anterior.
As dificuldades dos anos passados os recursos econômicos, hoje a luta é disputa de atenção do aluno dos estudos com toda a parafernália eletrônica a qual está a disposição deles.
Como diz um ditado muito antigo se não podemos vencer o inimigo devemos nos aliar a eles. Usar o que afasta o aluno dos estudos para aproximar deles. Usar a tecnologia como um aliado a exercitar as faculdades mentais no campo do conhecimento. Usa-la como um instrumento, tanto numa dimensão lúdica, para informações ou para a participação ativa do aluno na aprendizagem.
Daí a importância de tele-centros de informática na escola.
Podemos até criar um slogan “Computador de bicho-papão a um amigão”
EU E MINHA ILHA BLOG

Eu sou Lídia Cezimbra Silveira, casada há vinte e nove anos. Tenho uma filha de vinte e seis anos, um filho de vinte e três anos e uma filha de quinze anos. Sou professora há vinte e oito anos. Trabalho na prefeitura de Gravataí há vinte e cinco anos. Fiz concurso duas vezes. E fui aprovada. Faz dezoito anos que trabalho na escola Princesa Isabel. De todos os desenganos que tive na minha vida a minha única certeza sempre foi sobre a minha vocação de ser professora. Pode ser difícil de acreditar, mas acho que daria aula até sem receber um salário. Amo o meu trabalho, amo o que eu faço, e dou minha vida para que tudo sempre dê certo no meu trabalho. Tenho horror em pensar em ficar sem minhas turmas. Sempre leio, estudo, para ficar sempre pertinho dos meus alunos.
ECS - 9
ENSINO DA CLASSE TRABALHADORA:

No capitalismo a educação era:
• Insignificante;
• Menor e menos custo era melhor;
• De formação profissional simples;
• Objetivo limita-se as mercadorias e de conservação da vida;
• Salário do trabalhador era apenas para a subsistência da vida;
• De formação prática e neutralidade religiosa;
• Moral se mescla com religião;
• O ensino é arbitrário, incompreensível de maneira que deixa a pessoa inculta, incapaz de criticar a burguesia;
• Educação profissional;
• Trabalho infantil;
• Trabalhador ao tornar-se desnecessário é expulso;
• Sistema manufatureiro faz falir a educação;
• A educação proporciona maior número de atividades industriais;
• Redução no salário dos trabalhadores;
• Escola profissionalizante de reeducação para crianças abandonadas;


Paris - l871 - Comuna:
Escola estruturada na charlataneia.
Rússia – Crise histórica:

Objetivo da escola é produzir trabalhador produtivo e enriquecer o dono da escola.
Reivindicam ensino obrigatório para as crianças. Mas o excesso de trabalho esgota as crianças e não tem escolas suficientes.


Marx, em 18 Bromaria de Bonaparte:
• A educação é confiada a Jesuítas;
• Unificar a repressão;
• Camponeses deprimidos: baixo preço dos grãos, altos impostos, aumento das dívidas;
• Mestres de escolas são submetidos ao clero e ao sistema de espionagens;
• A escola é monótona, vulgar, mesquinha, cansativa e vexatória;

Aos poucos o capitalismo vai se transformando e vai se edificando a família.
Vem a reforma social.
Um novo plano para a escola:
• Universalidade;
* É obrigatória;
• Fornece o núcleo de educação.

O jovem cidadão do futuro deve ser senhor de si mesmo.
Chega-se ao absolutismo.
Sociedade socialista a educação está interligada, que assegura cultura técnica múltipla, educação científica e ginástica.
Partido operário alemão exige como base espiritual e moral do Estado.
A educação é popular e gratuita.
Alemanha, Suíça e Estados Unidos.
Estados Unidos educa o povo.

Prussiano – Alemão
Estado do futuro necessita educação severa.
Prega a liberdade das ciências, da consciência e o direito de satisfazer suas necessidades físicas, religiosas...
A comuna eliminou o clero, emancipou o povo. Organizou o ensino primário e o profissional.
Instrumentalisou a escola.
Total gratuidade.
Ruína da França, ruína da classe média.
Mas o bem estar da classe operária que aspira ao poder. Tira a tirania dos padres. Faz das ciências instrumento de dominação nas forças populares.
A função pública deixa de ser propriedade do Estado.
A escola deixa a repressão tutelada da tirania do governo.
As ciências são acessíveis para todos.
Marx – Primeiro esboço “A guerra civil da França”.

A democracia não teria utilidade se não atacasse a propriedade privada e assegurar a existência do proletariado.
Medidas :
* Organização do trabalho do proletariado;
*A sociedade trabalha para fazer desaparecer a propriedade particular;
* A educação inicia a partir do desligamento materno;
* Trabalho e educação andam juntos;
* Ataque as raízes da propriedade privada;
* Concentração do capital na agricultura, transporte, nas mãos do Estado.
Problemas: A gestão coletiva da gestão está assegurada pelo homem.
Sociedade organizada de forma comunista seus membros desenvolvem suas aptidões.
Desaparecem as diferenças. As classes sociais, entre o campo e a cidade. Visa a exploração coletiva e ordenada das forças produtiva para que atendam a necessidade de todos.
MARX

Intelectual, fundador da sociologia e influência econômica. Alemão, revolucionário no movimento operário. Por suas idéias foi impedido de seguir a carreira acadêmica. Foi exilado. Na Inglaterra, intelectual, estrangeiro e pobre. Impôs a sua família uma vida difícil. Vivia com o auxílio de Engels. Contribuiu para a libertação do proletariado moderno. No seu tempo foi mais do que odiado, o difamavam. Mas morreu amado, Ele reverenciado por milhões de colegas revolucionários.
Ele veio para intervir na ordem social.


RELATO
Nas escolas não vemos apenas alunos a serem excluídos, por causarem problemas, por agirem de maneira diferente dos outros alunos dito “normais.” Vimos também profissionais a serem excluídos, por pensarem diferentes. A serem exilados.
MARX E ENGELS

Estudou direito, história, filosofia, idealista de esquerda. Sua visão é antropológica, iluminista. O homem é o centro do universo. Tudo é construção humana, conhecimento científico, perspectiva naturalista. Essencialmente crítico a teologia, rumava ao materialismo. Revolucionário. Suas teorias sempre o levavam o ser expulso do país onde estava inserido.
Suas teorias brilhantes, reconhecidas em todos os paises.
Estudava processos de desenvolvimento e declínio das formações econômico-social.
Teve vida pobre cheia de privações, sempre sendo ajudado financeiramente por Engels.
Foi perseguido, odiado e difamado em seu tempo.
Intelectual, fundador da sociologia e a influência econômica, histórica e religião.
Destaca conceitos de classes sociais, luta de classes, alienação, mercadorias e mais valia.
Investiga sociedade capitalista, transmite as informações aos trabalhadores.
Considerava que o conhecimento deveria ser instrumento de lutas dos trabalhadores, por uma mudança econômica capitalista, injusta e desigual.
Meu nome é Lídia Cezimbra, sei que não sou uma boa professora, sei que não sou uma boa colega. Não me adapto ao sistema. Gostaria de trabalhar com ensino ciclado. Gostaria de trabalhar com projetos que viessem de encontro com a realidade do aluno. Que o ajudassem a viver melhor em sua comunidade. Que o tornasse independente que soubesse realmente pensar e resolver problemas. Numa escola que tivesse tele-centro.
Gostaria de participar do plano político pedagógico da escola. Gostaria de fazer uma pesquisa na comunidade para ver o que realmente os pais querem que os alunos aprendam. Gostaria de trabalha r numa escola, onde houvesse um projeto de âmbito mundial anual (por exemplo: o problema da água), e que escola toda se engajasse nesse projeto. E outros projetos em tempo mais curto, mas que viessem trazer à tona os problemas da comunidade e juntamente soluções.
Já me disseram assim: Existem professoras que são o feijão e que outras são o sonho.
As que são o feijão acham que a escola é uma empresa e devem ser administradas como tal. E outras que são o sonho são aquelas que têm a pretensão de ser agentes de transformação da realidade, e vivem sonhando que com o seu trabalho vão mudar os rumos da educação.

Tuesday, January 09, 2007

O homem não pode participar ativamente na história, na sociedade, na transformação se não for ajudado a tomar consciência de sua própria capacidade para transformar. Ninguém luta contra forças que não conhece e que não entende cuja importância não meça e contornos não discirna. Isso se refere às forças da natureza, forças sociais. A realidade não pode ser modificada senão quando o homem descobre que é modificável e que ele o pode fazer.
(Paulo Freire. 1977 p. 48)
Ser professor – Ser professora
Era uma vez, pouco tempo atrás, uma professora que chegou à escola. Cheia de planos, projetos, com um arsenal pedagógico invejável. Calma, discreta e tímida começou o seu trabalho. Um projeto após o outro, um sucesso. Com grande domínio de classe, mas com muito trabalho em grupo. Trabalho estruturado dentro das experiências dos alunos, de suas expectativas, de sua realidade... Mas um dia ela perdeu sua vaga na escola. E ela ficou arrasada, e pensou onde eu errei? Coloquei em prática tudo o que eu aprendi. E passou mais um tempo. E ela conseguiu novamente a vaga na escola. E ela pensou desta vez não vou errar. E pegou um livro didático e colocou debaixo do braço e pôs-se a passar textos no quadro. Hoje ela é muito feliz, pois conseguiu acertar.
Atividade 10
EU E MINHA ILHA BLOG

Eu sou Lídia Cezimbra Silveira, casada há vinte e nove anos. Tenho uma filha de vinte e seis anos, um filho de vinte e três anos e uma filha de quinze anos. Sou professora há vinte e oito anos. Trabalho na prefeitura de Gravataí há vinte e cinco anos. Fiz concurso duas vezes. E fui aprovada. Faz dezoito anos que trabalho na escola Princesa Isabel. De todos os desenganos que tive na minha vida a minha única certeza sempre foi sobre a minha vocação de ser professora. Pode ser difícil de acreditar, mas acho que daria aula até sem receber um salário. Amo o meu trabalho, amo o que eu faço, e dou minha vida para que tudo sempre dê certo no meu trabalho. Tenho horror em pensar em ficar sem minhas turmas. Sempre leio, estudo, para ficar sempre pertinho dos meus alunos.
BLOGS

Tecnologias Semana 2
Blog Educacional: Ambiente de interação e escrita colaborativa.
Objetivo: Analisar as formas de interação lingüística, cognitivas utilizadas por alunos do ensino fundamental, num blog educacional, que tem como finalidade a construção de texto narrativo, de forma colaborativa. Aumenta a motivação e ensina habilidades do mundo real, como narração de história.
Blogs em sala de aula: São ferramentas. Permite o aluno aproveitar as possibilidades da internet. Sua prática estimula comportamentos, práticas de colaboração, de conhecimento e informação. Fortalecendo o senso comunitário e colaborativo.
O blog educacional amplia os horizontes dos alunos no processo ensino aprendizagem, tornando as aulas motivadoras e ricas. Professores e alunos tornam-se parceiros de aprendizagens, interagindo uns com os outros. O professor é o mediador de todo o processo levando o aluno a alcançar a sua autonomia necessária para aprendizagens significativas.
Problemas e soluções do uso do computador na escola

Problemas e soluções para introdução do computador na escola. Quanto ao custo do equipamento para a rede pública pode ser solucionado com doações de computadores ou vendas em larga escala com preços especiais para a educação.
A inexistência de softwares educacionais de qualidade é o financiamento às Universidades para engajarem no seu desenvolvimento. Procurar despertar o interesse para a educação nos profissionais de informática interesse para a educação.
Nenhum projeto de utilização do computador na escola tem condições de ser bem sucedido se não houver formação de recursos humanos.
O USO DO COMPUTADOR NA ESCOLA


O uso do computador na escola não é um modismo e sim um minimiza dor de alguns problemas do nosso sistema de ensino, um auxiliar.
O computador na educação pode trazer resultados pedagogicamente benéficos.
Há grandes evidências que até o final do século os alunos venham receber todas as instruções através do computador. Há também críticas quanto à qualidade.
Muitos problemas envolvem o uso do computador na escola, como não ser prioridade para o país. Também faltam instalações adequadas e recursos para o consumo. Falta qualificação de professores e seus baixos salários.
Defensores do uso do computador na escola alegam que não podem furtar o aluno de conhecer o computador, utilizá-lo, dominá-lo, e desmistificá-lo. Amanhã pode ser muito tarde.
As escolas particulares estão se informatizando ativamente.
Aos poucos a rede pública também está passando por um processo de informatização. O poder público tem a responsabilidade de contribuir para a autonomia cultural e tecnológica da nação.
A escola tem que preparar o cidadão com desenvolvimento tecnológico básico, para poder gerar e incorporar tecnologia para o país sair do estágio de subdesenvolvimento que se encontra.
O contato regrado e orientado da criança com o computador em situação de ensino aprendizagem contribui positivamente para o seu desenvolvimento cognitivo e intelectual.
O computador na educação é um potencial. Ele é uma excelente ferramenta de aprendizagem.
O recurso às tecnologias da informação constitui-se um dos principais agentes de transformação da sociedade, pelas implicações que exercem no cotidiano das pessoas.
Insere-se mais um desafio para a escola, ou seja, incorporar ao seu trabalho o computador. Que está sendo um recurso didático cada vez mais indispensável.
Softwares educacionais são fundamentais para os professores, como elemento de apoio para o ensino como ferramenta para o desenvolvimento de suas habilidades.
Para que serve a informática da didática?
Como um auxiliador no processo ensino-aprendizagem, estando a nosso dispor para nos servir e atender as nossas necessidades.

Quais as vantagens?
*Preparar o aluno para atuar em espaços virtuais.

É necessário que as escolas tenham computador? Por quê?
Sim.
Porque o objetivo da educação é formar cidadãos para atuarem na sociedade. E a sociedade passa por transformações, tornando cada vez mais informatizado.


Precisamos realmente do computador?
Sim.

Para fazer o quê?
• Construir novas práticas;
• Interagir nas redes;
• Preparar-se para participar em ensinos à distância;
• Vivenciar a conectividade;
• Como veículo de informação;
• Proporcionar vivências e experiências virtuais;
• Preparação para o mercado de trabalho;
• Transformar hábitos, superar barreiras e limites, mudar valores.


Em que medida será útil?
À medida que servir e atender as necessidades.


Estão sendo, ou já se encontram preparados os professores para eles?
A maioria não se encontra preparada. Mas devido à necessidade muitos estão buscando esta preparação. Uma minoria se encontra preparada.
SER-ESTAR X PAPÉIS BLOG

A escola não é considerada um conjunto de coisas acabadas. Onde o conjunto de processos em que as coisas aparentemente estáveis são o ideal. Onde a idéia fundamental penetrou tão profundamente na consciência, que já quase não se encontra contraditores.
A combinação da dominação legal, tradicional e carismática é perfeita e eterna. Com toda essa perfeição surge o comodismo. Tanta perfeição é de se desconfiar.
Pois o mundo vive num processo de transformação desenfreada. Tem algo errado em nossa escola perfeita. Será que ela é perfeita? Será que ela atende as necessidades da comunidade onde está inserida? Será que ela parte das experiências dos alunos? Será que a escola perfeita produz um ensino de qualidade?
SEMANA 12 ECS 11

POLÍTICAS PÚBLICAS
Quanto mais ignorante um povo menos ele exige de seus governantes. Quanto mais estudo e cultura têm um povo mais qualidade ele exige de quem os governa.
Exige qualidade no ensino, e quando isso não o acontece luta para reverter essa realidade. E também lutam para eliminar as desigualdades em todas as áreas da sociedade, lutam também pela saúde, habitação, ao emprego...
As políticas públicas se preocupam tanto com sua implementação como na sua avaliação. É uma postura de democracia e respeito com o cidadão. Preocupa-se também com programas sociais e com o seu acompanhamento.
O objetivo das políticas públicas é a qualidade de vida individual e coletiva.
O fortalecimento e a integração da comunidade está intimamente ligado com a busca da qualidade das políticas públicas, da qualidade de vida do cidadão. O exercício pleno da cidadania.
Políticas públicas é um conjunto de iniciativas que resultam em execuções visando minimizar todo o índice negativo. Especificamente na área da educação visa evitar exclusões, reprovações, déficit de professores, má qualidade do ensino.
Com certeza o uso do livro didático em nada virá minimizar esses problemas na educação. Fará somente dar lucros astronômicos a seus editores. A crítica mais contundente à regionalização dos livros que são voltados explicitamente para o Estado de São Paulo. E o lado mais negativo é que professores engessam no seu cotidiano pedagógico o velho ditado popular “ Cada mestrinho com o seu livrinho.”
O estimulo e o comodismo de utilizar o livro didático determina à inclusão de conceitos indiferentes a realidade de cada educando. O mesmo constrói aprendizagens não significativas, e sim meramente exercícios de retórica.
Sendo usado como um recurso de pesquisa, ele suprime as possibilidades de reflexão, de descoberta, de conclusão, tornando o aluno insensível à própria realidade em que vive. É necessário respeitar as diferenças regionais, sociais, econômicas e culturais. Proporcionando aos professores, pais, alunos, aliás, toda a comunidade escolar a escolha de títulos do que os alunos vão estudar. E se tiver de fazer alguma escolha ela deve ser transparente e enriquecedora.

Thursday, December 28, 2006

Hoje é vinte e oito de dezembro. Mais um ano chega ao final. Mas com um grande diferencial. Estou encerrando o primeiro semestre no curso de licenciatura em Pedagogia na UFRGS. Antes de ser uma benção de Deus é um privilégio estar estudando numa Universidade tão conceituada. Que logo no seu primeiro semestre mostrou o seu diferencial. O que todos reclamam da Universidade que o que se aprende não tem nada a ver com a realidade, não acontece na UFRGS. Sinto que a cada passo que estudamos, cada trabalho faz uma revolução na nossa maneira de agir, de trabalhar, maneira de pensar.

Agora tenho certeza que somos agentes de transformação em nosso meio, mas hoje vejo que tem que ser com serenidade, estruturado na solidariedade, compreensão e amor com as pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades que temos de estudar, ou talvez não tivessem a capacidade de compreender a importância da pedagogia na escola, que não tiveram a sensibilidade de compreender que ensinar as crianças que vão viver num futuro tão difícil necessita muito do que informações necessitam de uma formação muito especial para vencer num mundo que será muito competitivo e cada vez mais informatizado.

Ao final deste semestre muito mais conteúdo, formação aprendi a ter serenidade, ser menos crítica, mais compreensiva. Espero que no próximo semestre venha ter mais estrutura para ser um agente de transformação. Estou realmente muito feliz porque alguém está lendo minhas produções que outrora eram jogadas no lixo.
O que acho também muito importante falar agora é que para mim muito mais importante do que fazer um trabalho perfeito e com altos conceitos era colocar em prática com os meus alunos o que fiz. Por exemplo,quando fiz o jornalzinho com meus alunos,logo após os levei para conhecer a jornal Correio de Gravataí, na qual apareceu uma reportagem no jornal sobre a visita das minhas turmas. Tenho este objetivo porque na aula inaugural de nosso curso a Secretaria de Educação Rome disse que o curso deveria melhorar a qualidade de nossas aulas.

Saturday, December 09, 2006


Hoje é nove de dezembro. Estamos no final do semestre. Sei que deixei muito a desejar. Mas dentro das minhas possibilidades e limitações fiz o melhor. Investi em tecnologias para desenvolver melhor o meu trabalho. Comprei uma impressora multifuncional e uma câmara fotográfica digital para fazer melhor os meus trabalhos. Sei que muitos trabalhos eram para ser feitos de maneira diferente. Mas eu fiz como pude como eu entendi, dentro de minhas possibilidades. Não consegui entrar em conexão com os colegas. Nem fazer trabalhos em grupos por motivos alheios a minha vontade. Mas como saldo acha que foi muito positivo. Por várias razões:
Em primeiro lugar por ter o privilégio de estar fazendo um curso de licenciatura na universidade mais conceituada de nosso estado.
Em segundo lugar por desabafar muitas coisas que sempre eu achei que eu estava errada, por não me adequar ao sistema. Ao ler muitos autores como Paulo Freire,Vigoski, Marx vejo todas as minhas angústias neles.
Em terceiro lugar estou me percebendo como agente de transformação em minha escola.
Em último lugar fico feliz que alguém está lendo minhas produções.